domingo, 29 de abril de 2018

Farinhas: o auxiliar alimentar para o estômago

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Venho de uma família "rica" em doenças de estômago. Embora eu tenha escapado, tenho muito cuidado com a alimentação porque sofro de má absorção dos nutrientes. 

Bom, mas hoje venho falar-vos das farinhas e das suas propriedades auxiliares e pacificadoras do estômago e das úlceras estomacais.

Ao contrário do que poderíamos pensar as farinhas pouco processadas além de não engordarem até regulam o peso, emagrecendo quando é necessário. 

Também têm imensos contributos para a nossa saúde muito além do estômago e da regulação do peso.

Além dos legumes bem cozidos e carnes e peixes saudáveis, para quem não é vegetariano esta é uma alternativa muito saudável. As leguminosas são uma boa fonte de proteínas e sais minerais como o ferro, crómio e de todas as vitaminas. Podem ver mais aqui.

Para quem tem problemas de intestino entre eles a má absorção dos nutrientes ou a irritação estas dicas também podem resultar bem...

Vou transcrever aqui alguns artigos citando os respectivos créditos.



Sabia que existem mais de 20 tipos diferentes de farinhas? Sabe quais são e as suas características nutricionais e de utilização?
Aqui pode encontrar as farinhas mais comummente utilizadas.
farinha de coco, com um bom aporte de fibra e proteína, pode ser utilizada em diversas preparações , assim como a farinha de amêndoa: batidos de fruta, iogurtes, mueslis, saladas.
farinha de espelta fornecedora de proteínas, pode ser utilizada para engrossar molhos ou sopas, ou mesmo em receitas de padaria e pastelaria. Já a de araruta, que também é utilizada para engrossar molhos e sopas, é tradicionalmente utilizada para a preparação de papas (com água, leite ou bebida vegetal), pela sua boa digestibilidade e apresenta um baixo conteúdo de gordura (0,1g/100g produto).
As farinhas de leguminosas, como a de soja e de grão-de-bico, são fontes de vitaminas do complexo B e de fibra, podendo a de soja ser utilizada como enriquecimento proteico das preparações. São farinhas naturalmente sem glúten (devendo sempre consultar o rótulo), e adequadas a dietas vegans. Podem ser utilizadas em pastelaria e padaria em mistura com outras farinhas (substituindo cerca de 25% da quantidade) podendo ainda, a farinha de grão-de-bico, ser um substituto ao ovo [1 ovo = ¼ chávena de água ou bebida vegetal + ¼ chávena de farinha de grão-de-bico].
chia e a linhaça são fornecedoras das gorduras “boas”, ómega 3 e 6, fibra e proteína. As farinhas podem ser adicionadas aos cereais, leite, sumos, sopas, iogurtes ou saladas.
Se pretender uma farinha naturalmente doce, opte pela de alfarroba. Pelo seu sabor achocolatado e cor pode substituir o chocolate ou cacau, fornecendo baixo teor de gordura. Pode ser utilizada em papas, bolos, pão, recheios, ou simplesmente misturada com leite. Descubra, por exemplo, esta receita de panquecas de espelta com agave.  
As farinhas de aveia e castanha podem ser utilizadas puras ou com mistura com a farinha de trigo, ambas fornecedoras de proteína e a aveia de fibra (ajuda a manter um bom trânsito intestinal), podem ser utilizadas em pastelaria, massas e, ainda, na preparação de gofres.
Também fornecedora de proteína, 13g/100g de farinha, a farinha de trigo-sarraceno pode ser utilizada na preparação de papas com leite ou bebidas vegetais e, na pastelaria e panificação.
As farinhas de frutos secos, são boas alternativas para a preparação de panquecas, bolos, muffins, biscoitos ou bolachas. São farinhas com elevado teor de gordura insaturada (considerada a gordura “boa”) e com aporte proteico. A farinha de amêndoa, apresenta um elevado teor de fibra (14g/100g de farinha) e de proteína tem 19g/100g de farinha, podendo também ser incluída em batidos, iogurtes, mueslis e saladas. Funciona bem em combinação com outras farinhas para obtenção de um perfil nutricional equilibrado do preparado final. Um ótimo exemplo é esta receita de bolo de banana e sementes com farinha de coco.
Por fim, a farinha de mandioca, fornecedora de vitamina C (85mg/100g; VRN: 106%), é uma farinha que substituindo até cerca de 25% as outras farinhas, não promove uma alteração de sabor significativa nas suas preparações.

  • de vida ativa (comentado por mim em asterisco*):


6 Farinhas saudáveis: alternativas para se alimentar melhor

Desde a aveia até à quinoa, são várias as alternativas de farinhas saudáveis que existem nas prateleiras dos hipermercados.



Existe uma vasta gama de farinhas saudáveis que podem entrar na nossa alimentação como substituição à tradicional farinha de trigo.

Essas farinhas apresentam benefícios nutricionais e são mais saudáveis que as mais utilizadas nas cozinhas, podendo ser utilizadas na confeção de pães, bolos, biscoitos, panquecas, entre outros deliciosos pratos.

Apesar de não serem tão conhecidas da maioria das pessoas, vale a pena conhecê-las.

1. FARINHA DE QUINOA

A farinha de quinoa é uma boa fonte de hidratos de carbono complexos, de baixo índice glicémico, ajudando a prolongar os níveis de energia.

De sabor leve, a quinoa é rica em proteína e micronutrientes, como vitaminas, minerais e antioxidantes. Possui grande quantidade de fibras que colaboram com o intestino e ajudam a controlar os níveis de colesterol e glicemia no sangue.

A quinoa possui diversos aminoácidos, entre eles a lisina, uma substância que ajuda a fortalecer a imunidade e está relacionada ao desenvolvimento cognitivo.

A farinha de quinoa pode ser utilizada na receita de pães, massas, tortas, biscoitos, mingaus e pudins, com também tem a vantagem de não conter glúten.

2. FARINHA DE AVEIA

É, talvez, das mais versáteis e saudáveis que existe no mercado. A aveia possui um tipo de fibra solúvel, o beta-glucano, que retém a água e forma uma espécie de gel no aparelho digestivo. Ao formar esse gel*, aumenta a sensação de saciedade e evita que as pessoas sintam fome num curto espaço de tempo. O beta-glucano também apresenta benefícios no controlo dos níveis de colesterol no sangue, melhorando o risco de doenças cardiovasculares.

É uma fonte de hidratos de carbono de absorção lenta e muitos nutrientes, tornando-a uma opção saudável.

Esta farinha pode ser utilizada em diversas preparações culinárias: bolos, panquecas, biscoitos e tartes. Uma vantagem é que pode ser feita em casa.

*este gel é altamente benéfico para proteger as úlceras dos ácidos estomacais.

3. FARINHA DE ARROZ

A farinha de arroz é uma alternativa para quem tem a doença celíaca e por isso não pode consumir glúten. É uma boa fonte de energia e fibras, o que contribui para o bom funcionamento do intestino*. Possui ainda baixo índice glicémico, minerais, como o magnésio, o manganês e o fósforo e vitaminas do complexo B.

Existe à venda em duas versões branca ou integral.

* em excesso pode provocar obstipação o que pode ser evitado alternado com farinhas com mais fibra como a de trigo-sarraceno ou linhaça. Estas duas farinhas em excesso podem provocar diarreias.

4. FARINHA DE TRIGO-SARRACENO

É mais uma opção na lista de farinhas saudáveis, e que pode facilmente ser implementada na alimentação.

É outra opção isenta de glúten e apresenta um índice glicémico mais baixo, o que impede os picos de fome repetinos provocados pela farinha de trigo normal.

Apresenta um baixo índice glicémico e é rica em ferro, manganês, cobre, zinco e magnésio.

5. FARINHA DE LINHAÇA

A farinha de linhaça é rica em ómega-3, um ácido gordo saudável e que apresenta benefícios a nível cardiovascular*.

Fornece uma boa quantidade de fibras, o que estimula a saciedade e é uma ótima substituta para a farinha de trigo, já que não é tão processada e apresenta propriedades nutricionais muito superiores.

Da sua composição nutricional fazem ainda parte minerais como o cobre, manganês, magnésio e fósforo.

* como em tudo não se deve exagerar mas sim variar, por isso a natureza é tão diversa... a linhaça na sua forma de farinha pode provocar alterações hormonais no ciclo feminino quando tomada em excesso, no entanto é benéfica para a obstipação se for tomada em semente e de vez em quando.

6. FARINHA DE MILHO

Sendo o milho um alimento muito versátil, encontra-se sob diversas formas e uma delas é a farinha de milho. É mais uma alternativa saudável e que pode facilmente ser inserida numa dieta saudável, mesmo de pessoas que sofrem de doença celíaca.

É rica em hidratos de carbono e fibra, disponibilizando dois minerais muito importantes, o ferro e o fósforo.*

*esta farinha é muito boa para a saúde mas o milho nunca deve ser base de alimentação porque tem efeitos colaterais. Podem ver aqui.

Podem ver aqui mais farinhas que podem substituir a de farinha de trigo.

Veja também a farinha de alfarroba.

Veja aqui mais sobre leguminosas. Devem ser bem cozidas ou curtidas para serem de fácil digestão.

Sobre o quiabo que realmente cura úlceras devido à sua "baba" podem ver mais aqui.

Sobre a Mandioca pode ver mais aqui, receitas e benefícios.

Nota: evitar comida picante e gasosas é um "must".

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